A SIC levou a Cidade do Rock muito para além da Cidade do Rock
Em 2026, a SIC voltou a ser a televisão oficial do Rock in Rio em Portugal e transformou a parceria numa operação multiplataforma que começou muito antes do primeiro concerto e só terminou depois do último encore. A ideia era simples: se o Rock in Rio juntava milhares de pessoas na Cidade do Rock, a SIC podia levar essa experiência a milhões de portugueses.
Durante seis meses, a SIC antecipou o festival através da informação, entretenimento, site e redes sociais, com notícias, entrevistas, passatempos, conteúdos sobre o cartaz e momentos especiais como a apresentação do Music Valley. Nas redes sociais, foram publicados mais de 30 conteúdos, alcançando mais de 3 milhões de pessoas e gerando 1,5 milhões de visualizações.
Quando as portas da Cidade do Rock abriram, a SIC esteve lá. Ao longo dos quatro dias, cinco canais do universo SIC levaram aos espectadores concertos, informação, entretenimento e conteúdos exclusivos. Foram mais de 80 entradas em direto, 10 diretos especiais, mais de 20 reportagens e dois programas Cartaz gravados no recinto.
Mas a parceria foi muito além da televisão. A SIC levou a sua presença para dentro do festival, com a Casa SIC x Century 21, o Lounge SIC, o contentor “Sempre na Primeira Fila”, experiências com inteligência artificial e ativações junto dos festivaleiros. E, porque um festival também se vive nas redes, a cobertura continuou em tempo real, com conteúdos exclusivos, bastidores, entrevistas e os melhores momentos. Só durante os dois fins de semana, a operação digital gerou 1,5 milhões de visualizações e alcançou mais de 700 mil pessoas.
No fundo, a SIC fez aquilo que sabe fazer melhor: pegou num acontecimento que estava a acontecer num lugar e transformou-o num acontecimento de todos.
Porque a Cidade do Rock pode ter morada no Parque Tejo. Mas, durante quatro dias, também teve lugar na SIC.
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